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Marcus de Jesus substitui Carlos George na Regional da M. Dias Branco BA/SE

O gerente comercial regional da M. Dias Branco para Bahia e Sergipe, Marcus de Jesus, concedeu entrevista à Super Revista e ao Programa Fala Benneh, em videoconferência. Durante a conversa, o executivo relembrou sua trajetória profissional, iniciada na Vitarella, compartilhou experiências marcantes ao longo de seus 25 anos de carreira na empresa e falou sobre os desafios da nova função, assumida em maio deste ano.

Marcus recordou sua chegada à Bahia, em 2003, quando deixou Pernambuco para participar da expansão da Vitarella no estado. Na época, ingressou como vendedor e, após sete anos de atuação, encerrou esse ciclo como gerente de vendas. Segundo ele, a Bahia foi decisiva para seu crescimento profissional e pessoal. “Foi um estado que me acolheu muito bem. Tenho um filho baiano e guardo excelentes recordações dos clientes, amigos e das conquistas que vivi nesse período”, destacou.

O executivo também relembrou a aquisição da Vitarella pela M. Dias Branco, em 2008, considerada por ele um marco para o fortalecimento da marca. “A Vitarella já era uma marca consolidada, mas com a estrutura e os investimentos da M. Dias Branco alcançou novos patamares e se tornou a marca número um de biscoitos do Brasil”, afirmou.

Marcus fez questão de destacar duas pessoas que considera grandes amigos e que tiveram papel decisivo em sua trajetória profissional na Bahia: Leandro, com quem trabalhou na Vitarella, e Sérgio Sá, no M. Dias Branco. “Eu tive a oportunidade de aprender muito com ambos. Foi um privilégio. São pessoas bem diferentes, mas líderes inspiradores”, afirmou.

Ao recordar Leandro, Marcus relembrou o convite que mudou os rumos de sua carreira. “Foi ele quem, em 2003, me tirou da minha zona de conforto. Eu tinha 25 anos, estava em Pernambuco, trabalhando em uma área que gostava, tudo muito organizado. De repente, ele disse: ‘Vamos lá, me ajuda a abrir o mercado da Bahia’. Foi assim que vim pela primeira vez para a Bahia.”

A viagem de mudança também ficou marcada na memória. “Viemos de carro, no meu carro, e ele fez questão de ir comigo. Isso teve um peso enorme para mim. Ele era o gerente, poderia ter vindo de avião, com todas as despesas pagas pela empresa, mas preferiu fazer a viagem ao meu lado. Foi uma forma de me acompanhar, de me conhecer melhor e de demonstrar proximidade. Isso me marcou muito. Trabalhamos juntos por alguns anos, até que ele seguiu para outra empresa”, contou.

Ao falar de Sérgio Sá, Marcus destacou como a relação profissional entre os dois evoluiu ao longo do tempo e se transformou em uma grande amizade. “Quando cheguei à Bahia, em 2003, conheci um dos meus grandes amigos até hoje, que é o Sérgio Sá. Naquela época, ele era meu cliente. Depois virou meu representante, porque passou a atender parte dos clientes como representante comercial e respondia para mim. Mais tarde, virou meu chefe. Foram três momentos completamente diferentes da nossa convivência.”

Segundo Marcus, a troca de experiências foi fundamental para seu desenvolvimento profissional. “Aprendi muito com ele. Devo boa parte do que sei hoje aos anos de convivência que tivemos. É um grande amigo, um grande parceiro, e tenho certeza de que vai me ajudar bastante nesse meu retorno ao Estado da Bahia.”

Marcus também relembrou, com bom humor, um episódio recorrente nas inaugurações e eventos promovidos pela Abase e por outros clientes, quando ele e Sérgio só deixavam o local depois que a equipe da Super Revista concluía a cobertura.

“Isso virou um fato histórico. A gente não perdia uma inauguração sequer. Estávamos presentes em praticamente 100% delas. Mas, para ir embora, precisávamos passar pelo crivo do James e do Benneh, da Super Revista. Se eles ainda não tivessem registrado nossa presença, a gente esperava até o fim. O combinado era claro: só saíamos depois de encontrar o James e o Benneh. Era a dupla que a gente aguardava para dar o ‘carimbo’ final na nossa participação”, lembrou, entre risos.